Alabama Monroe

Gente bonita, como vocês estão?

No Café Cultura hoje vamos voltar aos meus preferidos, alternativos e “desconhecidos”, que sempre vale a pena conhecer e assistir.capa

Alabama Monroe gira em torno da história de um casal alternativo, ele é um músico super romântico e ela é uma tatuadora super realista, vivendo de bicos e levando uma vida desprendida. Quando sua filha é diagnosticada com leucemia, todos se vêm desesperados e sem saber o que fazer, até que sua filha começa a crer em vida após a morte, colocando o ceticismo e o relacionamento dos dois a prova.

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Esse é mais um daqueles filmes profundos que nos fazem repensar milhões de coisas na nossa vida. Com um tema super forte envolvendo religião e até onde o ser humano arrisca pela ceticidade ou uma fé muito grande. Ele retrata a vida como ela é, com dores e alegrias, nos fazendo sentir todas as emoções junto com os personagens e realmente entrando na história.

Ele foi indicado para diversos prêmios como Melhor Filme Estrangeiro, inclusive ao Oscar, que não levou, mas ganhou 6 vezes em outras premiações. Todo o filme, direção, produção e atores são Belgas, que é mais um motivo para assistir e conhecer diferentes tipos de direção e histórias ao longo do mundo. Isso sem contar a trilha sonora própria e envolvente, que encaixa perfeitamente com o filme.

Tá esperando o que pra assistir e me contar tudo o que achou dele? Se deixe levar pelas emoções que esse filme trás!!

Beijocasss!!

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Muito mais que um grupo feminista.

O Entre nós está perto de completar seu primeiro ano. E preciso expressar o quanto ele é mágico.

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Acho que de todas as coisas que já fiz, a última coisa que pensei em fazer com certeza foi montar, junto com a Monique, um grupo para mulheres. Com cunho feminista mas principalmente voltado para ajudar, engrandecer e ter mais mulheres unidas.

No início tinha medo de não conseguir lidar com isso, ou que o grupo não vingasse e fosse virar um vazio. Eu estava mais do que enganada. O grupo criou forma, jeito e cada dia mais ele pertencia a todas as meninas que estavam ali, afinal de contas ele existe para todas.

Mais do que um grupo feminista, o entre nós virou um lugar seguro para desabafos, conversas, apoios, curas internas. Ele serve como uma linda rede de apoio entre as mulheres que ele frequentam.

A cada novo dia, novas postagens, novas membros, eu sinto uma felicidade latente de ter feito algo tão importante e significativa pra tantas mulheres. Dividir esse grupo com todas elas é algo surreal de bom, ver a presença de cada uma, novos assuntos, todas se abrindo e se sentindo confortáveis é o que faz a gente pensar que faz um bom “trabalho”.

Nem tudo são rosas, existem diferenças, desavenças e discussões, que fazem com que a gente abra mais os olhos e se adapte (ou tente) ao que é solicitado. É claro que é impossível agradar a todas, mas nos cobramos para que ele fique o mais seguro possível.

Nessas duas últimas semanas não consegui guardar o choro, diante de tantos feedbacks positivos relacionados ao grupo, mesmo sabendo que o grupo é de todas, tivemos várias mensagens que nos mostraram que estamos “fazendo a coisa certa” e cuidando para que o grupo continue sempre sendo um refugio para as que participam.

Criamos uma rede de pessoas que se conectam, se reconhecem na história da outra, que se ajudam, que empoderam, que lutam pelas mesmas coisas e ideias e principalmente que desenvolvem amor e empatia sem conhecer a próxima, estendem a mão e não pedem nada em troca.

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O sentimento é puramente de gratidão por toda essa troca mágica, por todas as mulheres maravilhosas que fazem ele ser assim, tão cheio de conteúdo e amor, isso sem contar a Monique que foi a maior incentivadora da criação dele e que abraçou junto, e sem dúvida as outras moderadoras, que aceitaram nosso convite e cuidam do grupo com todo carinho.

O Entre nós não seria nada se não fossem todas as mulheres maravilhosas que fazem parte dele. E eu teria uma alegria a menos na vida se não fosse o Entre nós. ❤

Um beijo enorme, e até o próximo café! 🙂

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O quarto de Jack

Lindezas da Lu! Tô em falta com vocês, eu sei! Mas o bloqueio criativo anda comendo solto por aqui. Logo volto com os textos também! 🙂

Enquanto isso vamos de Café Cultura?

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O filme de hoje é O quarto de Jack (Room), aquele mesmo que ganhou vários prêmios pra Brie Larson como melhor atriz, além de concorrer em outras categorias para o Oscar, como Melhor Direção, Melhor Filme e Melhor Roteiro Adaptado. Além do prêmio de Critics Choice Award como Melhor Ator Jovem para o fofíssimo Jacob Tremblay.

Considerado um dos melhores filmes lançados em 2016, ele trás a história de Jack, um menino de 5 anos que vive com sua mãe Joy em quarto com uma claraboia. Sem contato nenhum com o mundo de fora, Joy cria todo um mundo protegendo Jack da realidade. Até que decide contar com a ajuda dele para escapar daquele lugar.

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Um filme de tirar o ar, nos deixar apreensivos, com sensação de impotência, empatia e ao mesmo tempo libertador e lindo. Mostrando amor puro e incondicional e o quanto o ser humano pode ser adaptável para proteger seu próximo.

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Confesso que chorei muitas vezes (e ainda assisti duas vezes), Jack consegue transformar nossas emoções e nos colocar no lugar deles algumas vezes. Indico milhões de vezes!

Assistam meus queridos e me digam o que acharam, se choraram ou não, se foram pegos de surpresa ou se era isso que imaginavam.  🙂

Um beijo enorme!

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Estrelas além do tempo.

Primeiro Café Cultura do ano gente linda! Que emoção. E em época de premiação! (Não que eu dê muita bola pra isso, afinal de contas, nem todos os bons filmes são realmente premiados/reconhecidos pela academia).

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PORÉM o escolhido de hoje é um que foi indicado ao Oscar por Melhor Filme, Roteiro Adaptado e Atriz Coadjuvante. Além de ter ganho o prêmio de Melhor Elenco no SAG no domingo agora (29/01). Nota-se que é um filme de peso, né?

 

Estrelas além do tempo é um filme baseado em fatos reais, que traz a vida real de mulheres negras que se destacaram e brigaram pelo seu lugar e trabalho reconhecido dentro da NASA nos anos 60. Elas foram as primeiras mulheres negras cientistas dentro da NASA, que fizeram missões como o homem ir a Lua possível.

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– Se você fosse um homem branco, você gostaria de ser um engenheiro? – Eu não teria que desejar, eu já seria um.

Esse filme mostra a realidade de pouquíssimos anos atrás e a de agora. Ele é aquele tapa de pelinho que a gente precisa levar na cara. Mulheres maravilhosas, inteligentíssimas, conquistando seu espaço e seu lugar.

Recomendo por milhões de razões, mas principalmente por ver mulheres negras mudando todo o curso de uma história, em uma época onde nada mais existia além de preconceito.

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-Não existe um protocolo para as mulheres. -Não existe um protocolo para um homem circular a Terra também, Sr.

O filme é maravilhoso do inicio ao fim e merece ser visto e revisto várias vezes. O elenco impecável, história excelente e tudo contado como deve ser. Ganhou meu coração. ❤

Assistam essa coisa linda e me contem! Vou aguardar ansiosa! Um beijo enorme!

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