Não sei.

Já pegou o café? Então vem conversar comigo.

Deixa eu contar pra vocês que to aqui a uns dias pensando sobre o que é que eu vou falar aqui e nunca encontro um assunto legal. Fico só pensando que não sei. Então vamos fazer assim, vamos falar sobre os “não sei” que temos na vida.

Porque eu não sei vocês, MAS eu ainda não sei o que eu quero da minha vida. Juro. Sou muito decidida em várias coisas, mas não faço ideia do que fazer da vida. E vivo recebendo de resposta coisas como: COMO ASSIM TU NÃO SABE?

Gente, calma. Ninguém vai morrer por não saber. Eu não sei várias coisas e to aqui vivinha da silva.

Não saber as coisas é bom, porque abre nossos olhos para todas as infinitas oportunidades que temos a nossa volta, deixamos de ser bitolados em só uma coisinha. O não sei te da uma oportunidade de conhecimento ABSURDO.

eyes

Imagina, tu chega num grupo de administradores, mas tu tá terminando gastronomia, pensando em fazer nutrição e abrir teu restaurante, PENSA o quanto o teu não saber nada de administração vai mudar depois desse encontro? Tu ainda não sabe, mas tá aberto a aprender porque não tá bitolado dentro do “saber padrão”.

A gente sempre associa não saber a uma coisa ruim. Só que a gente tá esquecendo que ninguém nasceu sabendo, todo mundo foi buscar conhecimento. Tá todo mundo num mesmo barco cheio de “não sei” procurando o “saber”, aprendendo no processo. O não saber antecede o conhecimento. 

Que coisa boa é não saber alguma coisa, que coisa boa é estar aberto para novos conhecimentos. Expandir os horizontes, explorar tudo aquilo que é desconhecido, seja uma nova matéria ou seja um propósito de vida.

Vamos pensar em tudo que “não sabemos” mas que queremos saber, e VAMOS ATRÁS. Até porque é muito mais legal entrar numa jornada de novos conhecimentos, do que ficar sentado cultivando os “não sei” pro resto da vida.

conhecimento

Nossos não sei devem ser renovados. Assim como ontem eu não sabia o que era um projeto arquitetônico, e hoje eu sei. Agora eu tenho um novo não sei, que é fazer bolos, vou trabalhar pra aprender esse (já que estou a tempos tentando, e nunca aprendo, haha).

Não precisamos enumerar nossos não sei, mas a cada dia que descobrir uma coisa nova, já é a abertura pra um novo conhecimento e um desligamento de um não sei. Pensem nisso!

Contem pra mim quais são os seus não sei, quem sabe a gente não divide o conhecimento, hein?

Boa semana meus amados, cheia de amor e “não seis”.

byeee

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Autor: Lu Bilhalva

Sou a Luiza e, assim como o café, gosto quando as coisas são fortes, intensas e quentes. Gremista não fanática, gaúcha, estudante de Psicologia, feminista e virginiana, além de adorar um papo, não nego um café e um chimarrão. Sou viciada em seriados, livros e filmes. Senti a necessidade de devanear nesse blog pra dividir um pouquinho da minha bagunça interna com o mundo. Dentro de um mesmo corpo há espaço para várias versões de mim mesma.

4 comentários em “Não sei.”

  1. Só posso dizer, que o não sei é meu melhor amigo, sabe aqueles amigos que de vez em sempre te pregam peças?
    Esse tipo de amigo (ehauHIEUAhue), o problema do “não sei”, é a associação dele com a dúvida, “Um dia irei saber?”.
    Isso traz uma tempestade de coisas na cabeça, nessas horas só tomando um café contigo mesmo pra aliviar. 😛

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