A arte do encontro

Oii! Nosso papo no café hoje tem trilha sonora!!
Sim, ouve a musiquinha enquanto lê, faz bem pro coração.

Vinicius de Moraes, meu querido e bendito poetinha, faria hoje 102 aninhos. É claro que todo mundo deve achar ele sensacional ou piegas.
Acontece que: essa cara é sem dúvidas um dos melhores compositores do Brasil.

Durante toda minha época do colégio, eu era apaixonada por poemas. Isso não mudou muito, mas quando eu era criança, o ponto alto eram as “Tardes da Poesia”, todo mundo (ou quase) se empenhava ao máximo em encontrar um poema legal pra apresentar pros pais. Eu me empenhava muito! E achava poemas de autores que nunca nem tinha ouvido falar (nem minhas professoras…), mas nunca vou me esquecer, que o primeiro poema que ouvi na escola, foi As Borboletas, de Vinicius de Moraes.

Quando fui “crescendo” (vulgo ficando mais velha, porque crescer que é bom não aconteceu) fui descobrindo novos poemas e minhas professoras me deixando cada vez mais encantada com esse jovem senhor. Conheci novos poemas e descobri que ele também compunha e cantava. Era boêmio e vivia a vida como se fosse sempre o último dia. E acho, que foi o cara mais apaixonado que já existiu. (Ainda bem, porque deixou muitos versos cheios de amor, pra gente mostrar pra quem gosta, UFA!!)

Então pra começarmos essa semana cheios de amorzinho no coração, vai um lembretinho, do mais apaixonado, porque hoje a festa é no céu, mas a gente pode fazer uma boa lembrança dele cada vez que um poema ou música fazem sentido e enchem o peito.

vinicius

Um beijo!
PS: Faltam 73 dias pro ano acabar, ja pode ir pensando nas promessas pro próximo ano, OU CORRER ATRÁS PRA FAZER O QUE PROMETEU ESSE ANO 😉

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Autor: Lu Bilhalva

Sou a Luiza e, assim como o café, gosto quando as coisas são fortes, intensas e quentes. Gremista não fanática, gaúcha, estudante de Psicologia, feminista e virginiana, além de adorar um papo, não nego um café e um chimarrão. Sou viciada em seriados, livros e filmes. Senti a necessidade de devanear nesse blog pra dividir um pouquinho da minha bagunça interna com o mundo. Dentro de um mesmo corpo há espaço para várias versões de mim mesma.

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